Hospital Israelita Albert Einstein completa 50 anos

Com a palavra, o presidente Sidney Klajner: “O papel do Einstein é criar soluções inovadoras para os principais desafios do sistema de saúde. Nós buscamos a melhor forma de entregar saúde, bem-estar e sustentabilidade, não apenas diagnóstico e tratamento. E isso não tem fim”.
Ainda na década de 1970, as UTIs engatinhavam no mundo. O Einstein inaugurou sua unidade em 1972. O primeiro aparelho de ressonância magnética na América Latina veio para o Einstein —e o segundo também. Em 2008, o Einstein foi pioneiro na realização de cirurgias robóticas e hoje são mais de 7 mil procedimentos realizados, sendo o único Centro de Excelência em Cirurgia Robótica da América Latina.

Mas não foi só para dentro que o hospital olhou nesse período. Sempre esteve em sua essência o voluntariado, que coordena iniciativas de impacto, como o Programa Einstein na Comunidade de Paraisópolis, modelo para entidades do Brasil, além de ações socioeducativas, de apoio humanitário e promoção da saúde.

A responsabilidade social é, desde os primórdios, uma missão. Nos últimos 20 anos, se intensificaram as parcerias com o sistema público. O Einstein firmou seu primeiro contrato com a Prefeitura de São Paulo em 2001 e atualmente administra mais de duas dezenas de unidades de saúde. Além disso, participa desde 2009, com outros hospitais de excelência, do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS (Proadi-SUS), realizando pesquisas, avaliação de tecnologias, gestão e assistência especializada para o fortalecimento do SUS em todo o Brasil. No triênio encerrado em 2020, o Einstein aplicou recursos próprios no valor de R$ 620 milhões em cerca de 40 projetos.

Em meio aos desafios colossais da Covid-19, o Einstein diagnosticou e tratou o primeiro paciente no Brasil. Usou todas as disciplinas do sistema, no cuidado, no tratamento e na pesquisa. Testou medicamentos por meio da Academic Research Organization (ARO) Einstein, que coordena projetos multicêntricos de pesquisa clínica desde 2017. E ajudou a preparar a rede pública, inclusive com o Hospital de Campanha do Pacaembu e expansões físicas relevantes.

A instituição conta com 15 mil colaboradores e um corpo clínico com cerca de 10 mil médicos. O Einstein integra fóruns nacionais e internacionais de discussão e participa ativamente de iniciativas conjuntas com o poder público, órgãos reguladores, hospitais, operadoras de planos de saúde e entidades setoriais para o desenvolvimento do sistema de saúde brasileiro.

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