Neonazistas tinham campo de treinamento no Mendanha, no Rio de Janeiro

Alvos da “Operação Bergon”, jovens que conversavam sobre discursos de ódio, também se articulavam em treinamentos militares, faziam recrutamentos e conversavam sobre a possibilidade de atos de violência. É o que apontam mensagens obtidas durante as investigações, que identificou 31 alvos de três grupos autodenominados neonazistas, que atuavam em sete estados.

O trabalho foi resultado de agentes da Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado.

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