Papa Francisco visita sobrevivente do Holocausto

O Congresso Judaico Mundial (CJM) saudou a visita feita pelo papa Francisco à sobrevivente do Holocausto Edith Bruck, uma poetisa de origem húngara naturalizada italiana, em sua casa, em Roma.

Segundo o Vaticano, no encontro ambos “ressaltaram o valor da memória e o papel dos mais velhos em cultivá-la e transmiti-la aos mais jovens”.

Edith Bruck, de 88 anos, dedicou sua vida a dar seu testemunho sobre os horrores do Holocausto. E decidiu fazer isso a pedido de dois estranhos no campo de concentração de Bergen-Belsen, cujas últimas palavras foram: “Conte, não vão acreditar em você, mas se você sobreviver, conte, conte por nós!”.

Durante o encontro, o papa e Edith também se referiram aos “momentos de luz que iluminaram a experiência infernal dos campos e os temores e esperanças que marcam nossa época”.

O presidente do CJM, Ronald Lauder, destacou: “Enquanto o neonazismo, o antissemitismo e outras formas de racismo voltam a surgir em muitos lugares do mundo, a integridade moral e o senso da História do papa Francisco são um exemplo a ser seguido pelos outros líderes políticos e religiosos”.

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