Alemanha realiza cerimônia para lembrar militares que tentaram matar Hitler

Membros do governo alemão participaram de uma cerimônia que marcou o 77º aniversário da tentativa de assassinato de Adolf Hitler por oficiais do exército alemão durante a Segunda Guerra Mundial. As autoridades aproveitaram a ocasião para denunciar o antissemitismo e também tentativas de apropriação do legado da resistência ao nazismo por movimentos negacionistas da pandemia.

Em 20 de julho de 1944, o coronel Claus Schenk von Stauffenberg, membro de um núcleo de oficiais e aristocratas que havia se voltado contra Hitler, plantou uma bomba no quartel-general conhecido como “Toca de Lobo”, na antiga Prússia Oriental, hoje dentro das fronteiras da Polônia.

Mas a bomba que Stauffenberg escondeu em uma mala deixada na sala na qual o ditador nazista participava de uma conferência não alcançou seu objetivo. O ditador teve apenas alguns ferimentos. No mesmo dia, fracassou uma tentativa de golpe para remover os nazistas do poder que ficou conhecida pelo nome “Operação Valquíria”. O coronel e milhares de membros da resistência, entre militares, aristocratas, religiosos e políticos conservadores acabaram sendo executados um a um nos dias e semanas que se seguira

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