Como o gaming está transformando o ecossistema de startups israelenses

A indústria de jogos virtuais tornou-se uma das maiores do mundo. Em um ano dominado pelo Covid-19, ela faturou mais de U$165 bilhões.

De acordo com Nir Miretzky, ex-CEO da Digital Games Industry Association israelense, a GameIS, o país conta com mais de 360 empresas. Um importante player deste ecossistema é o CrazyLabs, uma publisher de jogos para dispositivos móveis que teve mais de 3 bilhões de downloads dos seus 500 jogos, de acordo com a Game World Observer. Fundada em 2010, a empresa hoje possui 110 milhões de usuários por mês.

Outra empresa, a Playtika, foi adquirida pela Giant Intercative por U$4.4 bilhões em 2016, passando por um total de 10 M&A’s para pavimentar a construção de um império dos games diretamente de Israel. Um dos responsáveis por este sucesso é Raz Friedman, que ajudou a estabelecer a Playtika Growth Investments, responsável por descobrir e investir no futuro do gaming. Espera-se que a empresa alcançará uma avaliação massiva de U$10 bilhões quando se tornar pública.

Outro grande participante da indústria, Eitan Reisel, foi o primeiro a estabelecer a primeira rodada de VC dedicada ao gaming. Sua empresa, a Vgames, tem um fundo de U$30 milhões que usa para investir em estúdios de games que estão nas etapas pre-seed e seed, apoiado pelo seu principal investidor, a Viola Ventures. “Israel está se tornando o líder global em games. Além da cybersegurança, não vemos tanto sucesso com unicórnios e empresas avaliadas em bilhões de dólares em uma só categoria”.

Fonte: CTech/Israel Trade

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